Quando reformei meu primeiro loft, lá em 2019, cometi o erro clássico: comprei tudo novo. Móveis de catálogo, peças sem história, um espaço esteticamente correto e completamente sem alma. Foi só quando herdei a escrivaninha de madeira do meu avô — carcomida nas bordas, com marcas de copos e arranhões de décadas — que o …
